terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lembre-se: Atire sempre na cabeça



Nesses dias próximos ao dia de finados o morto que mais nos amedronta é Thomas Malthus e sua teoria do limite demográfico da terra. Pois vamos que vamos que atrás vem gente, este mês chegamos à marca de sete bilhões de humanos no planeta, poderá faltar lugar até para os mortos se a escala de crescimento e do consumismo continuar assim. Nossas opções para resolver isso não são muito apreciáveis, no filme de 2006 “Filhos da esperança” as mulheres simplesmente param de terem filhos e a população além de reduzir entra em uma escalada de depressão e barbárie. Ou ainda como em “Fim dos tempos” de 2008 em que as pessoas vão morrendo misteriosamente como se a natureza estivesse se reequilibrando.



Mas em vésperas de Dia de Finados é de se imaginar que se a terra já anda lotada, imagine o mundo dos mortos. Logo é de se esperar que eles voltem ou fiquem dando umas voltas por aqui esperando vagar um lugarzinho no outro mundo quando alguém reencarnar.

Filmes com mortos-vivos ou zumbis não são para qualquer um, depois de uma sessão desse gênero poucos tem estômago para conseguir comer fígado com macarrão. Mas há mortos-vivos famosos do cinema como a múmia e o vampiro, porém por serem mais civilizados não são assim chamados. Todos eles encarnam a ideia de voltar da morte que ao mesmo tempo em que nos fascina também aterroriza-nos, pois nunca esse retorno é visto como algo bom e sim uma maldição.

O primeiro filme com zumbis foi “White Zombie” de 1932, no qual o feiticeiro Legendre revive os mortos para que trabalhem em sua fábrica, que deve ser o sonho de muitos capitalistas gananciosos. Em 1936 ao gosto de Karl Marx uma revolução com ares bolcheviques derruba um conde maligno que os controlava, o nome do filme é “Revolta dos Zumbis”. Depois desse filme termina assim a era dos zumbis por magia negra e voodoo e começa a era dos zumbis modernos criados por George Romero.



Nada mais do velho racismo de maldizer as religiões dos negros, Romero em pleno os movimentos por direitos civis e de igualdade racial nos EUA em 1968 lança o filme “A noite dos mortos vivos” e coloca um negro como protagonista chamado Ben. George Romero cria o zumbi moderno, em putrefação, roupas esfarrapadas, arrastando-se e grunhindo esfomeado por cérebros fresquinhos.

Romero é o pai desse gênero de filme, com roteiros enxutos, escassos cenários, baixo orçamento e nada de final feliz. Os mortos-vivos de Romero são utilizados em seus filmes para fazer críticas a sociedade. Em “A noite dos mortos vivos” não há um final feliz e os zumbis que pesávamos serem os vilões são na verdade retratados como vítimas de uma barbárie que nos leva a ter certa simpatia por esses seres medonhos. Com “Despertar dos mortos” (1978) e “Dia dos Mortos” (1985) o diretor tece críticas ao consumismo com muito sangue e gritos.

De fato eles se tornaram um sucesso no novo formato de Romero, estes apreciadores de miolos humanos renderam cenas memoráveis do cinema, como no filme italiano de 1979 “Zombie” em que uma dessas criaturas ataca um tubarão dentro do mar, sem dublê e com um tubarão real.

video

Tivemos alguns filmes de zumbis nos anos 80, mas nos anos 90 eles voltaram para suas catacumbas e sumiram por um tempo, para retornar com tudo no século XXI. Pelas pesquisas da Fundação Umbrella no filme “Resident Evil” (2002) e “Extermínio” (2002), lançam os mortos-vivos por vírus que fogem do controle de alguma pesquisa científica do governo ou corporação. Estes são os zumbis turbinados, correm, lutam e são muito inteligentes.

Filmes com zumbis podem parecer bobos, irreais ou até estúpidos, mas eles podem ser utilizados com uma sutileza para levantar as questões mais delicadas de nossas sociedades. No começo era o voodoo com os costumes dos negros, depois veio com Romero um discurso sobre como a existência de zumbis pode mexer com nossa sociedade civilizada e como essa mesma pode revelar uma natureza ainda mais cruel que a dos próprios zumbis. Os filmes com acidentes radioativos e com vírus expressam nosso medo com uma guerra nuclear ou com os limites éticos das pesquisas científicas. Com “Madrugada dos Mortos” (2004) e “Terra dos mortos” (2005) o gênio Romero pinta com sangue as críticas contra uma sociedade desigual e consumista.

O gênero é tão plástico e fecundo que foram laçados no formato mockumentary (filme que imita um documentário) em 2007 com o nome de “REC” e “Diário dos Mortos”, em que narra de maneira hiper-realista um mundo com mortos-vivos. Eles se saem muito bem também no gênero conhecido como terrir, como foi em “Fido: o mascote” (2006), no qual os zumbis são bichinhos de estimação, também causam gargalhadas com “Dead Snow” (2009) com nazista zumbis e o melhor de todos, “Zumbilândia” (2009) que foi o filme sobre zumbis com maior bilheteria, bateu no ano até o filme “Paixão de Cristo” de Mel Gibson, que cá entre nós, deve ser a primeira história sobre mortos-vivos. E só para citar mais um, “Zombie Stripper” (2008), no qual uma pesquisa que buscava reanimar corpos de soldados mortos em guerras levadas a cabo por Bush em inúmeros lugares saiu do controle, e infecta strippers gostosas que se transforma em devoradoras de cérebros.



Há inúmeras explicações para as causas da volta do mundo dos mortos dessas criaturas, desde greve no inferno, superlotação no além ao mesmo tempo em que Deus tira o telefone do gancho. Quando essas criaturas fazem o inferno na terra, aja garganta das atrizes contratadas para gritar tanto e figurantes feios e com andar de bêbado para serem contratados. O fato é que quando os mortos voltam à vida os vivos podem ser aterrorizantes, quando encontramos a morte podemos deixar de sermos somente corpos que andam em busca de saciar desejos ou num mundo em que mortos voltam à vida, não há mais o medo da morte que segure nossos demônios internos.



Marcelo Almeida Andrade
Formado em Relações Internacionais, apaixonado por arte italiana, comida indiana, cinema americano, literatura russa e pornografia alemã. Acredita que o humor pode mudar o mundo e quer dar a volta ao mundo de bicicleta.

domingo, 30 de outubro de 2011

Halloween - Do Terror ao Terrir

Para além dos horrores da vida real, gostamos de criar criaturas imaginarias para nos amedrontar e nos divertir com isso. Os estadunidenses inspirados em tradições antigas dos celtas até criaram um dia somente para assustar e se assustar. Este dia é o Halloween, que não caiu muito no gosto dos trópicos, mas é certo que em filmes todos gostam de ver um dos personagens principais desse dia, as bruxas. Desde a bruxa que Dorothy esmaga com sua casa no filme de 1939 “O mágico de Oz” ou até a simpática Dona Clotilde, a bruxa do 71 da seriado Chaves, elas sempre seduzem nossos olhares, até Tarantino resolveu colocar algumas no seu filme de 1995 “O Grande Hotel”.


Elas podem ser belas como Sandra Bullock e Nicole Kidman em 1998 no filme “Da magia a sedução”, belíssima como Elizabeth Montgomery em 1964 em “A Feiticeira” ou puro sexo como no filme “Elvira” de 1988, que provocou em uma pequena e conservadora cidade uma verdadeira orgia colocando um tipo de porção tirada de um livro de receitas de sua tia Morgana. Elas podem ser heroínas como em 2001 com “As Brumas de Avalon”, que tinha no elenco Angelina Huston, a melhor de todas as bruxas em minha opinião, pois ela fez nada mais nada menos que Mortícia Addams no clássico de 1991 “A Família Addams” e outro clássico da sessão da tarde de 1990 “A convenção das bruxas”.


Sejam criadas por Deus ou pelo Diabo elas são sempre mulheres obcecadas pela eterna busca por maridos como no filme de 1987 com Cher e Jack Nicholson “As bruxas de Eastwick”, ou ainda vaidosas e vingativas como foram no filme de 1996 “Jovens Bruxas”. Às vezes são vítimas perseguidas como no filme “As bruxas de Salem” de 1996 ou malignas e personagens principais sem nem aparecerem como em 1999 no filme “A bruxa de Blair”. Mas eu gosto delas como simpáticas senhoras, que são somente velhas solitárias e solteironas fazendo de tudo para parecerem mais jovens como no filme “Abracadabra” de 1993 com Sara Jessica Paker.

Mas quando o assunto é presença no Halloween ninguém pode ganhar de Michael Myers do filme de 1978 “Halloween”, que em 1963 na pacata cidade de Haddonfield em Illinois com apenas seis anos mata sua irmã Judith Myers por esta ter transando com o namorado. O garoto é trancafiado em um sanatório, mas 15 anos depois sai bem no dia do Halloween e volta para sua cidade e mata geral e perseguindo principalmente Jamie Lee Curtis que é filha de Janet Leigh que protagonizou a famosa cena do chuveiro de “Psicose” em 1960 do mestre do terror Alfred Hitchcock. O filme fez tanto sucesso que é um dos filmes de terror com mais sequências, são oito, perdendo apenas para “Sexta-Feira 13” com 11 filmes com o famoso Jason Voorhees.


Buscamos pela arte o medo desejando desvendar o porquê da existência do mal. Este medo pode nos unir ou também levantar barreiras entre nós. Para compreender como funciona o medo é bom lembrar que o primeiro filme produzido na história dos irmãos Lumiére em 1895 acabou funcionando como um filme de terror. Eles tinham filmado a chegada de um trem na estação e as pessoas dentro da sala de cinema acharam que o trem era real que entraria na sala e passaria por cima delas, foi um pânico geral. Assim foi também com “O bebê de Rosemary” de Polanski em 1968. O bebê nunca aparece e faz o espectador imaginar com tanta convicção ao ponto de afirmar tê-lo visto, assim como disse Hitchcock “Não há terror num murro, somente na antecipação dele”.


Marcelo Almeida Andrade
Formado em Relações Internacionais, apaixonado por arte italiana, comida indiana, cinema americano, literatura russa e pornografia alemã. Acredita que o humor pode mudar o mundo e quer dar a volta ao mundo de bicicleta.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Desmantelando Marx





A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame."


Olavo de Carvalho

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Holografia e a Industria da Musica



O novo fenômeno da musica é uma Holograma. Uma artista animada que fora apenas uma programação holográfica, algo artificial, criado, gerado, pensado, milimetricamente controlado, muitos se perguntam, como algo não real pode fazer tanto sucesso? Ela nem ao menos é viva...
Pois é... Talvez por que os de carne e osso também não sejam! Eu particularmente sou a favor do desenvolvimento tecnológico, mas como qualquer desenvolvimento tecnológico, ele trás suas vantagens e desvatagens, acertos e erros, pois existe um grupo de interesse por trás que visa apenas o controle. Por isso não pense que os nossos avanços são feitos para o nosso bem. Eu não acredito que a Miku em si seja um "erro", ou não "exista", ela é a penas mais um produto final criado por alguma mente pensante que desenvolveu tudo isso para ganhar dinheiro encima da alienação de massa, tudo isso em nada difere dos artistas de carne e osso. Pois se pararmos para pensar, eles também não passam de meras criações de uma industria brutal que ninguém sabe o que rola por trás, a menos que esteja por dentro da industria e jogue o jogo deles. Dessa forma podemos concluir que os artistas pós modernos, eles não pensam, não sentem, não possuem nenhuma qualidade humana, que os dignifiquem com tais, todavia, cativam seu publico obedecendo cegamente a uma clausula contratual de uma industria que a única coisa que quer é o controle mental das pessoas.
Então eles fazem parecer que esse músicos da nova ordem sejam vivos, sintam e amem seus fãs, quando na verdade não tem nada disso. Se essas pessoas de carne e osso não tem atributos humanos, logo também são como hologramas, programados e controlados, através de um contrato, que simplesmente diz como devem se vestir, falar, andar, pensar, namorar, trepar, viver e Ser. Então lhes pergunto: qual a diferença entre uma holografia programada para agir como ser humano e um humano programado para "fingir que é humano"? Existe diferença entre ir assistir a uma marionete de carne e osso da industria musical e a um holograma? No fundo ambos não passam de criações de terceiros, que nunca aparecem e sempre tiram a melhor vantagem, riqueza e controle sobre as mentes. Nossos artistas contemporâneos, em sua maioria, são tão programados que muitos desenvolvem depressões, caem nas drogas, cometem suicídio, carregam em suas melodias notas tristes e desilusões na vida (ainda que o ritmo techno seja "alegre"), incertezas, duvidas, batalha entre um lado da luz e um lado sombrio uma total bagunça de emoções, um verdadeiro desequilíbrio mental é passado adiante em suas mensagens, parece mais uma crise de emo coletiva que praticamente chegou em todos os gêneros musicais. Muitos desses artistas ficam com síndromes de perseguições sem sentido e morrem ou então são incriminados de coisas estranhas que, quando observada mais a fundo, vemos que as peças do quebra cabeça não se encaixam. Será que são realmente não se encaixam e são sem sentido? Algo podre assola a musica contemporânea, nossos artistas são infelizes, loucos, drogados e totalmente desequilibrados, porem, fingem serem bons moços, mas como algo que destroi o cantor pode ser positivo para seus ouvintes? Com certeza não emana coisas boas...
Exagero meu? Então lembre-se que a musica é uma linguagem universal, atravez dela é possivel ativar todas as partes do nosso cérebro e favorecer algumas sinapses de acontecer, muitos tratamentos para ansiedade, alzheimer e derivados usam a musica. A musicalidade mexe tanto com a nossa mente que o governo americano grava CDs com batidas violentas e agressivas para os soldados nas guerras escutarem dentro de seus tanques de guerra, capacetes e aviões para se sentirem motivados para assassinarem outras pessoas; quando estamos tristes ouvimos melodias melancólicas, quando estamos felizes queremos escutar coisa animada, até para fazer sexo tem as musicas certas, e você ainda quer acreditar que a musica não mexe com a cabeça das pessoas? Só sei de uma coisa, algo muito podre acontece na industria da musica, alguma coisa muito errada está por trás de todas essas estrelas que da mesma forma que são criadas por eles também são destruídas, basta quebrar o contrato para notarmos comportamentos estranhos entre os musicos e confusões bizonhas nas gravadoras e logo em seguida são acusados de coisas estranhas que nunca se quer foram provadas e depois aparecem mortos. Tenha certeza de uma coisa, isso é só a ponta do iceberg, o buraco, com certeza é mais embaixo.

E para quem ainda duvida que a musica mexe com a nossa mente sem que a gente "note" e nos manipule, veja o vídeo abaixo.


Isso é tão verdade que ao assistir um filme no mudo e com trilha sonora temos sensações diferentes, experimenta jogar Resident Evil no mudo, depois ouvindo uma musica feliz da Xuxa e depois joga ele normal. Você verá que a trilha sono faz com que suas sensações de medo e terror venham a tona, assim como a adrenalina subir na hora de ter uma reação rápida. Da mesma maneira que funciona em filmes e em jogos para intensificar um sentimento, também funciona nas musicas do dia a dia.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Michiko to Hatchin Por Outro Angulo Parte 01/22

Um anime ambientado no Brasil com severeas críticas sobre o mesmo! Vou fazer um especial para poder comentar cada episodio de maneira analítico crítica, pois essa criação merece!

"Michiko é uma presidiaria que burla a segurança de uma fortaleza supostamente impossível de se escapar e se manda atrás de Hatchin alegando ser a sua mãe, Hatchin é uma garota que é dada como orfã para o governo e que vive "de favor" na casa de um padre safado que a usa para ganhar verba do mesmo, algo inclusive típico dos brasileiros, sacaniar o governo e ainda reclamar que nada presta. As duas, ao se encontrarem, começam a viajar pelo país atras do suposto "pai" de Hatchin.A série é ambientada no Brasil, com imagens bem caricaturadas, traços marcantes e imperdiveis! Com muito da nossa cultura ou contra-cultura, girias, músicas, um anime ao mesmo tempo tenso e divertido."

Depois de ter uma visão geral do anime no post do Malagueta, vamos ao post analitico-critico. Um anime ambientado no Brasil, coisa totalmente inesperada pela massa de manobra Otaku, um anime de excelente qualidade, do mesmo estúdio que fez Samurai Champloo e Cowboy Bebop só não poderia ser pouca coisa, então essa galera veio ao Brasil fazer pesquisa de campo para assim captar nossas nuances, detalhes e manias, em suma; captar o jeitinho brasileiro de ser e conseguiram! O anime é recheado de coisas tipicamente brasileira, em especial, tipicamente de plebeu brasileiro, até mesmo por que a tal historia se passa entre pessoas que pertencem a essa realidade. Nada de hipocrisia da Globo em tratar o traficante, o assassino, o usurpador, o hipócrita o tudo que não presta como bonzinho, vítima da sociedade (por que se é uma coisa que essa galera gosta é de vitimar assassino sádico sedento de sangue se ele for da favela e traficante) que a culpa é nossa, pois temos uma boa casa e computadores tunados para jogar e ler esse blog aqui. Não, acima de tudo classe social é algo meramente ideologico, infelizmente (analisando a coletividade, obviamente tem as brilhantes exceções, mas estou falando de coletividade portanto NÃO pararei para citar exceções, e o fato de não cita-las não implica em dizer que eu não tenha conhecimento de que elas não existem) o ranso de pobre persegue o pobre como uma sombra maldita que evita que ele se desenvolva, no fundo é por que a sua realidade é tao hostil que uma vez adaptado para viver nela se torna impossível sair dela, pois você teria que se readaptar para outro mundo. Por isso que revoluções e luta de classe não funcionou, não funciona e nunca vai funcionar por que o pobre simplesmente não quer deixar de ser pobre! Por que os que querem deixam, quantos exemplos temos de brilhantes médicos que saíram de favelas? Advogados que já foram presos por aprontar contra a lei quando ainda viviam nas ruas e na prisão estudaram por conta própria e se tornaram juristas geniais? De mega empresários que brotam do “nada” com uma quitandinha na esquina e vira dono de uma rede de supermercados internacionais? Temos até exemplo de presidente. Esse pessoal que da a volta por cima e sai dessa situação nunca quis ser pobre, nunca se adaptou à aquilo, no fundo eles nunca foram pobres. Podemos notar que é tudo uma questão de escolha simplesmente, e partir para o trafico é a escolha mais simples, mais facil e tem o devido retorno muito cedo, o único detalhe disso tudo é que o caminho mais simples é sempre o errado! Pode ter certeza disso, se está muito facil suspeite e reveja suas escolhas! Esses jovens já vivem em uma situação de crise constante então se vão morrer logo é melhor que morra rico, aí vira traficante e não tem ONG de direitos humanos que o impeça. Até mesmo por que ele ver todos os seus amigos indo na onda, obviamente se ele olha para cara da galera e fala “oi, vou ser medico” ele vai ser a chacota do grupo. Mas lembrem-se, isso não significa dizer que ele não possa ser medico, como já exemplifiquei acima, ele simplesmente escolheu o que é mais conveniente e se ele escolheu isso ele deixa de ser um coitado e uma vitima, certo? Pois foi ELE quem escolheu, não foi algo imposto. E Michiko e Hatchin mostra isso de maneira genial, a realidade do nosso pobre, sem cidade de Deus para fazer com que eles sejam coitadinhos, por que todo pobre é escroto, é mal educado, é inconveniente (afirmo isso tomando como referencia a definição de pobre dada acima como fator ideológico e não monetario, essa analise não caberia se o referencial fosse monetário, pois negligenciaria muitos “ricos” que tem o ranso de pobre).
Pobre são criaturas de vida simples, querem mesmo é uma mesa de bar nos finais de semana, embaixo do sol quente, com um som alto estourando tudo e uma skol geladinha para ver jogo campeonato brasileiro de futebol. E só, o resto quem impõem é a classe media politicamente correta que acha que eles querem mudar sua situação simplesmente, temos aí mais outro discurso ideológico de pessoas vazias que apenas querem pagar de boazinhas, e justamente destruindo essa ideologia que a Michiko aparece botando pra arrombar, fugindo de uma prisão de segurnaça máxima, dando um 1 a 0 nos PMs e se picando dalí. Já podemos notar uma agulhada que é dada no sistema carcerário do Brasil, superlotados, policiais mal treinados que não conseguem conter revoltas, péssimas condições de trabalhos e de vida para quem habita o local, teto de madeira, sim, uma maneira de abater custos e resolver o problema de lotação nas cadeias, mas acredito que isso foi mais para ficar emocionante mesmo. Outra situação que bem podemos lembrar é quando ela assalta um banco, mais uma vez nassa segurança levou uma bela de uma agulhada, falta de investimentos no setor o resultado não poderia ser mais obvio, baixa fiscalização e policiais mal trenados que se renderam fácil. E quanto ao banco, isso está me cheirando mais a aquelas bancos clandestinos de ciganos que sao muito comuns em locais remotos onde a fiscalização do governo não chega e nem vai chegar pois não tem uma atuação economica relevante para merecer a atenção do governo, infelizmente em um país desse tamanho tem que trabalhar com prioridades, e pobre que vive no ermo nunca foi prioridade.
Mais adiante podemor ver uma cena simplesmente chocante, Michiko simplesmente pega um pastel mofado de um mendigo idoso desdentado que só está esperando a hora da morte chegar, uh.... Como ela é má! Mas desde quando marginal é bonzinho!? Eles são escrotos! E entre eles, eles são filhos da puta! Basta conhecer alguém mora na favela para você saber das historias bizarras que se passa por ali! Essa historia de que marginal é bonzinho é uma ideologia da dona Globo veiculada através de suas telenovelas, afinal, essas novelas são feitas pra eles! Para o pobre/classe media! Esse povo não vai querer que ninguém pise nos seus calos! A Globo é quem mais investe na alienação de massa e retrocesso intelectial do Brasil! Já os japoneses não devem nada a ninguém mesmo, e justamente por isso conseguiram fazer algo fantástico para contar a realidade local, coisa que nenhuma produção da Globo chegou ou vai chegar perto de conseguir reproduzir!
Outro foco de suma importância é o que Hatchim passam em casa pelos pais adotivos, os maltratos fisicos, as constantes ameaças de ser vendida no mercado negro, seja como escrava sexual, seja apenas os seus orgão, para que assim ela sempre fique calada e sirva de empregada domestica de baixo custo, e quando o assistente social do governo chega para verificar se está tudo bem fingir que realmente está tudo bem para que assim o governo continue liberando alguma bolsa aí, bolsa adoção talvez, tem cidades do Brasil que tem isso. Agora me diz, a culpa é do governo? Ele deixou de ir lá por acaso? Não, mas não é de jeito nenhum! A fiscalização existe agora, o padre safado é que mascara tudo para não perder dinheiro! Simples assim! O FDP se vale de um discurso Cristão para mostrar serviço e faz essas loucuras por trás, que padre mais anticristo! A típica pessoa que engana o governo, e ainda sai falando mal dele depois, uma criatura dessas deveria ser esculaxado em praça publica, mas isso daí é uma METAFORA! Uma metafora para a classe media do Brasil! Que todo o tempo vive pagando de bonzinho, de protetor dos frascos e oprimidos, politicamente correto, que quer comprar iPad, mas não pode por que é algo que não lhe pertence, sonega impostos (rico faz mais isso que classe média, porém a CM faz também e não faz pouco, a CM que me refiro é aquela que quer viver uma realidade que não te pertence, (pois tem dois tipos, a metida a rica e a que é honesta) o que ela quer ter é status que, para essa laia de gente, status nada mais é que comprar coisas que não quer, com o dinheiro que não tem, a fim de mostrar para as pessoas que você não gosta aquilo que não é. E convenhamos, a classe media é simplesmente MESTRA nesse assunto!) para sustentar um status que nunca existiu e vive mergulhado em uma eterna hipocrisia.
Essa metafora do padre casado com uma esposa oca e 2 filhos demoniacos serve para isso, é a típica familia de classe media metida a rica que vive dando golpe no Estado para sustentar uma imagem de familia perfeita para os outros. Afinal, quando qualquer pessoa com dinheiro encosta ali eles num instantes “forjam” a sua faixada de familia perfeita, forte e unida! É só ver a grana que ficam mansos, coisa que também acontece com as famílias classe media metida a rica, é exatamente isso, quando ninguém ta olhando essas famílias são uma guerra constante, marido bate em mulher, filho usuário de drogas, filha piriguete, agora é só encostar alguém com dinheiro que eles se transformam em uma família perfeita apenas para aparecer bem na fita socialemtne falando, são metidos a entenderem de política, de gastronomia de degustador de vinho caro mas tudo isso não passa de uma ficção que inclusive não funciona quando a outra parte em questão realmente frequenta esse mundo que esse tipo de classe media sempre quis pertencer, são pegos na mentira na hora! Pois é, e é abusada por esse pessoal que Hatchin vive seus dias até que Michiko, mulata, bundão, cinturinha de pilão e gostosa aparece para salvar! Ou pelo menos para usar a menina como desculpa para encontrar o pai dela, ao menos, no inicio da série era essa as suas reais intenções. Ao chegar lá, Michiko é praticamente recebida a balas pelo padre, vemos aí outra pisada de calo, civil com porte de armas? Essas armas só não podem ser legais! O que mostra mais uma vez os contatos que o padre tem com o trafico, seja ele do que for, drogas, pessoas, mulheres, crianças ou órgãos, afinal, depois dele ter falado aquilo para Hatchim, ficou bem na cara que a igreja não passava de um agente laranja para ocultar atividades ilícitas dessas grandes corporações do underground. Por isso que essas coisas de legalizar drogas e pacificação nos morros não vão funcionar, pois quem trafica drogas, também trafica muito mais coisas, está simpelsmente envolvido em uma complexa rede de ativides ilegais por trás. Proibe drogas? Beleza, nego vai continuar comprando ilegal pois com certeza vai ser mais barato que o liberado pelo governo, não vai ter impostos sobre a mercadoria! Sem falar que vai está atribuindo legalidade a uma atividade que simplesmente matou centenas de pessoas, e continua matando e que essas pessoas, esses novos CEO vão simpelsmente atuar como homens de bem. Isso tudo por que não cosneguimos viver sem o pó, o político precisa dele para sorrir sempre, o medico para dar plantão, o professor para corrigir prova, para estudar para o vestibular, para estudar na faculdade para não perder materia, acadêmicos de alto escalão para continuar estudando feito um animal, o caminhoneiro para não dormir dirigindo a noite, o acionista para ter coragem de fazer operações na bolsa de alto risco, a juventude nas raves, os atores da Globo... Enfim, larga de ser hipócrita para pagar de bom que você também usa!
E quanto a questão do padre catolico casado, acredito ter sido uma alusão aos pastores evangélicos, pois como bem sabemos existem mais igrejas evangélicas do que cinema no Brasil, e eles são donos de um poder significativo aqui dentro, porém, mostrar um padres catolico fica mais chocante e caricato do que um pastor evangélico, mais fácil para as outras culturas verem e assimilarem a mensagem. Esse foi o primeiro episódio, conforme a serie for avançando continuarei comentando esses detalhezinhos que muitas vezes passam despercebidos! Recomendo a todos, vocês podem baixar clicando AQUI ! Não deixem de assitir, pois essa serie é simplesmente genial! Jogou areia em qualquer produção nacional a respeito do tema, simplesmente por que as produções nacionais estão mais preocupadas em inocentar criminoso do que qualquer outra coisa, como já dizia o Capitão Nascimento.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quem é o inimigo?

Mais uma vez somos golpeados com os excessos de nossas forças armadas, forças que trabalham em prol de nossa defesa. Mas... defender de quem?
Vimos nos jornais que os nossos jovens tem de se defender dá própria força e autoritarismo de seus superiores.  Não entendo e nunca vou entender o porquê de submeter os recrutas a tratamento desumano. Há algum risco iminente de sermos obrigados a viver em condições sub-humanas?
 Nesse caso, em que estamos assistindo nos noticiários de TV, precisa-se ressaltar que todos aqueles recrutas estão lá por vontade própria, pois todos foram selecionados por concurso. Entretanto, mesmo que em serviço obrigatório, onde o jovem é obrigado a servir à dita “força”, nada justifica um trato com requintes de crueldade. Não queremos animais para nos defender, não queremos frutos do autoritarismo. Ouso dizer que nem precisamos de toda essa defesa. Tanto rigor para quê? “Para inglês ver?”; esse é um antigo ditado que se encaixa perfeitamente!
Por nossa fronteira entram drogas, traficantes, enquanto isso, nossos recrutas estão sendo torturados. Nas matas ainda existem aldeias subjugadas, enquanto isso nossos recrutas estão doentes. Nossas matas sendo destruídas, enquanto isso, nossos recrutas são tratados como vermes. Quem é o inimigo?
 O jovem militar não deixa de ser humano, o jovem militar não é só ser humano, é super-humano!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Máquina do tempo

Reprodução



Star Wars, TRON, War Games, Blade Runner, Short Circuit, Terminator, Mad Max etc.

Por que os clássicos Sci-fi dos anos 80 estão virando remake?

Estamos vivendo uma onda oitentista.
Para mostrar nosso avanço tecnológico estamos recorrendo ao passado, buscando referências.

Isso se chama transição.

Para quem pensa que o futuro chegou, eis aqui meu pensamento, "ele nunca chegará"; eu senti isso ao ver TRON. O cinema Sci-fi representa nosso desejo de evoluir, de criar mecanismos inteligentes para o futuro e, se olharmos para os anos 80, veremos que muita coisa virou realidade. Por isso tantos remakes, para nos dizer: olha, nós conseguimos!

Agora vem coisa nova por ai, novas ambições, novas ideias, coisas que podem ser realidade, talvez em 20 anos, ou sei lá quando ou ainda ficar apenas no imaginário. Esses filmes são um breve aviso de que tudo vai mudar, minto, está mudando. Cinema, games, conceitos, comunicação, e o que eu acho que mudará principalmente, a visão, vamos readaptar nossos olhos.


Talvez eu seja só mais um metido a geek sem saber o que fala, mas uma coisa é certa, tantas refilmagens e em tão pouco tempo, não é mero acaso

domingo, 21 de agosto de 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Atualidade Antiga

“Não vejo esperança para o futuro do nosso povo se eles são dependentes da insignificante juventude de hoje, certamente todos os jovens são imprudentes além das palavras … Quando eu era jovem, fomos ensinados a ser discreto e respeitar os mais velhos, mas os jovens atuais são extremamente desrespeitosos e impacientes à repressão. ” – Hesíodo, século 8 a.C

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mitos e Fantasias

Herança arquetípica do trânsito pelos períodos iniciais da evolução do pensamento, o ser humano prossegue submetido à injunção dos mitos que se modificam na aparência, mas permanecem subjugando, impondo-se como forma de desenvolvimento cultural ou de fugas da realidade mediante expressões dos modismos que surgem amiúde.

Os vultos mitológicos do Panteão greco-romano, ou os deuses todo-poderosos da herança oriental têm ressurgido com força bastante singular nos mais diferentes períodos das transatas civilizações, tomando forma dominadora na atualidade.

O renascer de culturas bárbaras adotadas como exibicionismo pela moderna juventude, não apenas ressucita atavismos que remanescem das suas reencarnações anteriores, ainda vivas no inconciente, senão, também, como expressões violentas do instinto de sobrevivência, agressivo por mecanismos de defesa e de autorrealização, chamando a atenção exteriormente, a fim de ocultar os conflitos internos de cada um, a timidez, o medo da sociedade, assim formando novos grupos de identificação, nos quais se homiziam, dando largas ao primarismo neles jacentes.

Por outro lado, o mito que permanece vivo no indivíduo gera novos deuses, aos quais se submete, criando linguagem própria de comunicação, através da qual se sente elegido, depredando, agredindo os outros grupos sociais e consumindo-se na aucinação das drogas em terriveis estados de conciência alterados, que se manifestam em desequilíbrio e morte.

O exarcebado culto ao corpo evoca o helenismo subjacente e os ideais dos gladiadores nas arenas, conquistando glórias enquanto matavam, promovendo o ego destruidor em detrimento do Self profundo e realizador.

Quando, no passado, isso não se fazia possivel, eis que os mitos dos heróis vencedores se expressavam nas guerras, convocando às intérminas batalhas de destruição, nas quais a astúcia, a hediondez e o crime sempre tiveram predominância, expulsando a razão e a conciência, a fim de que o barbarismo predominasse esmagador.

Por outro lado, as expressões positivas dos mitos ancestrais contituíram gerações que se fascinavam com esses arquetipos inerentes ao ser humano, e procedentes das forças vivas da natureza.

Em face do desenvolvimento antropossociopsicológico, a identificação do mito como recurso de evolução experimentou uma necessária releitura, concluindo-se que, na maioria das vezes, transformando-se em fantasia, afastava as mentes e as emoções da realidade, propiciando fugas espetaculares para longe da realidade, com imensos prejuísos para o amadurecimento interior.

Parecendo haver sucumbido, os mitos perderam a força de expressão, não porém, de conteúdo, por estarem ínsitos na história evolutiva da própria criatura.

Recorde-se que, à medida que as velhas histórias da carochinha e outras foram sendo deixadas à margem nos programas educacionais, a industrialização dos povos e as lutas pela aquisição consumista das pessoas produziram terríveis vazios existenciais, roubando o significado profundo da vida humana.

Ante a ausência de uma linguagem psicológica própria para preencher essas lacunas de objetivo no transcurso da vida física, foram criados novos deuses, conforme os padrões comportamentais do momento, massacrando muitos conflitos e dando curso à vigência de mitos que pudessem superar a desinteressante e cansativa jornada operacional, com a qual o ser se encontra a braços.

Ressurgiram as músicas ruidosas, primitivas, exigindo os movimentos tribais do corpo, com os acepipes da exacerbada sensualidade, favorecendo os jogos exaustivos do sexo e da embriaguez dos sentidos, como fontes de prazer e abismos de esquecimento da responsabilidade de conciência perante as exigências da evolução intelecto-moral.

Os desportos ressucitaram os seus gladiadores, nos mais violentos, ou trouxeram de volta os semideuses das competições de todo gênero, empenhados em vencer sempre, sem o menor respeito pelo prazer de competir.

O profissionalismo impiedoso disseminou organizações, algumas criminosas, sem dúvida, nas quais o atleta é apenas objeto de interesse comercial, que deve ser eliminado quandojá não atenda às paixões mafiosas e às dos fanáticos que os adoram, matam e morrem por eles, terminando por devorá-los também...

O exacerbar das paixões produz o delírio das massas e os mitos comandam os espetáculos, violentos uns, selvagens outros, ridículos vários, na sua quase totalidade constituídos por fantoches que são conduzidos por expertos na arte de manipulá-los.

O prazer, em tais situações , torna-se substituído pelo gozo dos sentidos apenas, que combure, atirando no desespero pela conquista de outros novos e incessantes, sem que a satisfação proporcione beleza, tranquilidade, nem harmonia.

Com predominância nos mitos da violência, que sustentam e mantêm os instintos primários, de que o homem já deveria estar liberto, os festivais da loucura arrastam multidões de delirantes, que se entregam a volúpia, ao entretenimento desastroso, cujos desfechos são pelas drogas, pela exaustão dos sentidos, pelos enfrentamentos homicidas, pela desintegração da identidade humana...

Tão cruel é essa irrupção mitologica na atualidade que, muitos dos seus aficionados, ao se entregarem à dominante avalanche informativa pela mídia desregrada, introjetam o mito do poder, da glória, da força e, desenvolvendo músculos e condutas, passam a acreditar-se como predestinados à imortalidade física, ao fascínio do arrastamento das multidões que os idolatram, tornando as próprias existências insuportáveis, que somente podem continuar levando, quando mergulhados nas drogas que os abatem e consomem nas infelizes overdoses.

No início, a busca de popularidade atira-os a todos no abismo, e quaisquer expedientes que chamem a atenção, seja através da figura abominável, jocosa, singular, exótica, dão lugar a um estereótipo que fascina os grupos desavisados, que estão sempre à cata de novidades... E ao se fazerem conhecidos, cercam-se de seguranças, disfarçam-se, em nome da privacidade que nunca tiveram, porque receiam ser descobertos, ter desveladas suas fragilidades e conflitos, somente conhecidos do grupo dos eleitos que os assessoram.

O ser humano, porém, avança para a Realidade, na qual, queira ou não, se encontra mergulhado, por ser centelha viva e inextinguível.

Lentamente, por que o progresso é inestancável, passa a onda que avassala por um momento, sucedendo à outra, que também desaparecerá, a evolução impõe-se inevitável, e a busca do Si propiciará diferente conduta, abrindo espaço para a autenticidade, para a intriorização, para o autodescobrimento.

Por muito tempo a prevalência do mito no inconsciente, procedendo das experiências no mundo espiritual, onde a vida estua, e ressumando na Terra, onde se desenvolverão os programas da evolução.


Dias Gloriosos cap 23, Divaldo Pereira Franco pelo espírito Joana de Ângelis.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Olhares à natureza

Uma fantástica viagem pela vida






Uma jornada de um grupo de cigarras, cujo objetivo é sair da terra, subir o mais alto que puder, se livrar de sua casca, e finalmente estar pronta para cantar... em um tempo curto tempo de vida
Fotos tiradas de casca de cigarras no Mini Pantanal em Paulinia, SP.